Por Maria Clara Melchioretto. , quinta-feira, 29 de julho de 2010 11:16

E é por essas e outras que a minha saudade faz lembrar de tudo [...]
Só assim sinto você bem perto de mim, outra vez.

Por Maria Clara Melchioretto. 11:11

" Eu as vezes tomo uma pequena dose do passado quando vejo uma foto, sinto um cheiro, sinto seu beijo... Que é como se todo mal do mundo acabasse, como se não houvesse mundo, apenas eu e você.
E aí acaba.
O pra sempre, sempre acaba."







28 de Julho de 2010, Murillo Cesar, adaptado.

Por Maria Clara Melchioretto. , quarta-feira, 28 de julho de 2010 11:24

Só falta a chuva pra ficar perfeito.

... Mas acho que ela não demora.
Lembra de Outubro? Outubro está chegando.
Tomara que você volte logo, antes que a chuva.
E o que me conforta, é que você sempre volta.
Enquanto isso, vou esperar, aqui mesmo. Roubando um pouquinho do passado,
e semeando, de pouco em pouco, no presente.
Pra que o futuro seja tão encantador como.
Você sabe...


A nossa liberdade é o que nos prende.

Por Maria Clara Melchioretto. , segunda-feira, 26 de julho de 2010 21:50

Errei.
Culpei sem poder culpar, culpei pra escapar da minha parcela de culpa. A mesma, aliás, a de todas as vezes, desde sempre.
Eu guardei, eu escondi, eu omiti.
E consegui respirar.
Mas o erro veio à tona, brotou na minha própria pele, e ficou.
E na minha cabeça, carregarei cem quilos de consciência, Merecidos, mas que agora não pesam um décimo do arrependimento e da amargura que aqui vivem como vermes, se alimentando do que resta do meu coração.
Errei e levarei.
Até que eu possa usar da piedade, até que eu possa ouvir sim, até a coragem erguer minha cabeça, e me fazer pisar em tudo o que sobrou.
Até que eu me livre do inferno.
Até que eu me sufoque de erros.
Até o fim.
Perdão.

Por Maria Clara Melchioretto. , sábado, 24 de julho de 2010 22:54

Aparece, entra no meu lar, leva o que há de bom, leva o que eu consegui terminar.
Fala que não, não é nada, não somos nada, não quero nada.
E volta. E leva tudo. No meu jardim, planta falsas esperanças, até saudade, e sem querer, deixa cair uma semente de ódio.
Agora diz que sim. Repetidamente. Insiste, diariamente. E volta novamente. Cuida do meu jardim, cuida da minha casa, cuida de mim.
E vai embora. Nem deu notícias, até agora.
Nem sei se volta. Nem sei porque veio. Pra causar um estrago imenso, pois causou.
Deve estar roubando algum outro coração, alguma outra boca, alguma outra paz, alguma outra.
Vou queimar as pétalas de saudade, de ódio e etc, e agora não adianta. Porque nem sem essa fumaça, eu respiro mais.
E quando eu estiver no alto, não me peça pra pular. De novo.

Por Maria Clara Melchioretto. , quarta-feira, 21 de julho de 2010 23:26

Às vezes eu paro pra pensar nisso tudo.
E isso me tira a paz, até.
Será que isso tudo vai acabar quando eu conhecer alguém novo, e vice-versa? Os amigos em comum, as coisas, as ligações e preocupações... Isso é só agora? Isso vai acabar?
E aí?
Eu acho que eu vou ter que descobrir sozinha. Se for, vai ser difícil desgrudar isso da vida. Uma parte eu descolei, um pouco... Parece até um velcro, eu vou arrancando, e puxando, só que é difícil manter... Um toquinho de leve faz grudar tudo novamente...! Dá pra colar de novo, mas vai ficando cada vez mais gasto. É... É uma comparação legal com essas coisas da vida.
E eu não sei mais, então. Eu não tenho mais planos, mais defesas, nem tanto velcro assim.
Eu vou me sentar, e esperar, pra ver o que vai acontecer.

Rapidinho

Por Maria Clara Melchioretto. , terça-feira, 20 de julho de 2010 00:53

Bom, não estou conseguindo entra no orkut, nem no msn,
então se vocês quiserem falar alguma coisa, conversar, encher o saco, contar uma piada ou sei lá,
me mandem um email, ou me liguem, ou passem aqui em casa.
Ta bom?
Só pra não perder o contato!
Beijinhos!