Waiting for a Superman.

Por Maria Clara Melchioretto. , quinta-feira, 8 de março de 2012 17:56


É um bom momento para o Super Homem levantar o sol no céu,
porque está ficando difícil...

Literalmente Merda.

Por Maria Clara Melchioretto. , quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 22:20


Dedico a todos vocês que, como o lixo diário que produzem, me jogaram fora. Dedico também a todos que continuam me jogando. 

Mas minha vontade é de atirar contra esse teu sorriso tão rasgado, contra essa tua falta de cérebro, essa tua falta de amor. Lamento. Me enoja o fato de ter de conviver com pessoas tão fúteis, tão absurdamente vazias, assim, exatamente assim como você é. Penso em nós, confesso. E até mesmo sinto falta. Mas desprezo; cuspo em todo e qualquer sentimento por você que resta impregnado no meu coração excêntrico e ridículo. Então muito obrigada, mas é só o que tenho a dizer sobre esse passado deplorável.

'Resposta definitiva às outras respostas' ou 'Importante, urgente, completamente desnecessário e cansativo'.

Por Maria Clara Melchioretto. , domingo, 29 de janeiro de 2012 02:22

E estar cansada e "virar outra pessoa" são as mesmas coisas?
Compreendo perfeitamente a sua saudade, mas pouco posso fazer por ela. O tempo já te deu inúmeras chances de se reerguer, estas desperdiçadas por você mesmo. E ainda, nos dias de hoje, vejo que é atirada à mim toda a culpa de seu não tão breve fracasso. Egoísmo, não? Justo a mim: a única que realmente teve que sentir na pele tudo isso - e aguentar.
Não acho que deveria me encontrar com você, pois não acho que deveríamos manter alguma relação, alguma conversa tão séria, tão próxima. Até porque qual o assunto que temos para conversar? Por que motivo é tão desesperadamente urgente assim que não pode ser dito por palavras escritas? Por mais que me garanta, diariamente, com promessas e tantas outras coisas, que não passará de uma simples conversa, tenho clara a visão do dano que ela causa tanto a você, quanto a mim. Podemos evitar a dor, então, que evitemos.
Quanto à sua citação - a de sempre e novamente - não vou dar explicação alguma. Me recuso. Apenas te peço, sinceramente, que acabe essa perseguição maldita e doentia com ela. Já me cansei de tentar explicar o papel dela na minha vida - mesmo não devendo explicação alguma. Sinto um amor gigantesco pela mesma, que passa longe de qualquer tipo de erros passados ou de definições homofóbicas e invejosas. Portanto cancelo assuntos que sejam sobre ela.
Não vou voltar atrás em nenhuma decisão minha, tanto passada, quanto presente.
Espero que aceite a vida dessa forma, pois todos nós somos obrigados a aceitar.
E, para terminar, nada de lições de moral, sermões, ou outras coisas tão chatas quanto as que já disse outras vezes. Principalmente porque cansei de dizê-las em vão.
Mas, por favor, pare.
Obrigada e fim.

Senhora saudade de duzentos e sessenta e três dias,

Por Maria Clara Melchioretto. , domingo, 18 de dezembro de 2011 01:20

Ainda me corrói a curiosidade de saber como se encontra teu rosto,
tuas mãos,
teu cabelo,
teus sonhos,
E principalmente tua voz, que já nem me lembro o som.
Quanto a mim,
que também me perdi durante todo esse tempo,
só há o fato de que continuo perdida
E de que guardei todas as datas que fingi esquecer.
Inclusive estes, agora, são meus pesadelos.
Nem sei se aconteceram realmente, mas os tenho todas as noites, desde que decidi ir embora, dia vinte aliás, vinte de janeiro.
Mas são esses, são esses os pesadelos mais horríveis dos que tenho
E sempre começam na ultima palavra do dia trinta de março,
Seguem pelo egoísmo que chorei no dia três de abril,
E acabam no que gritei no dia quatro.
O que resta é apenas o silêncio da tua voz que não escuto,
E a vontade de acordar e ver que não passou de um pesadelo.
Acontece, saudade, que eu não te vejo quando abro os olhos,
Não sinto o teu cheiro,
E nem, ao menos, encontro tuas roupas.
Logo me lembro que não consegui parar o trem que me levou embora de mim.
Pelo menos ainda tenho as tuas músicas.
Inclusive as ruins, que não têm música nenhuma.
É triste, saudade, mas o que me conforta é como acaba.
Assim mesmo, sem ponto final;

Por Maria Clara Melchioretto. , quarta-feira, 23 de novembro de 2011 21:38

Preciso urgentemente sair desse lugar,
Dessa rotina tóxica,
Dessas pessoas e amores perdidos,
Esquecidos, proibidos,
Dos meus sonhos,
Dos meus fracassos.
Não sou forte como pensei.
E não preciso de frases de superação e auto ajuda,
tampouco me importam.
Quero ir embora e preciso ir embora.
Não é descaso,
É asma.
Não consegui me adaptar à poluição.
E nem vou.


Sou forte, sou por acaso.

Por Maria Clara Melchioretto. , segunda-feira, 21 de novembro de 2011 18:46

Só estou triste,
Não morta.
Ninguém disse que seria fácil jogar o próprio sonho no lixo.
E não é.
Acabou, mas ainda tenho muito para correr.
E vou.
O tempo não para, meu amor.

Senhoras e Senhores,

Por Maria Clara Melchioretto. , quarta-feira, 2 de novembro de 2011 20:47

Deixo aqui os meus sinceros agradecimentos à todos aqueles que algum dia desejaram o meu fracasso, provocaram o meu ódio, me feriram e me decepcionaram.
Agradeço à hipocrisia, aos dias de paz que vocês me tomaram, à todas as mentiras que me disseram, e às lágrimas e gritos que me arrancaram.
Agradeço, também, àqueles que preferiram se privar dos melhores momentos da minha vida, apenas por opção, preguiça, ou qualquer outro motivo inerte e estúpido, me fazendo, muitas vezes, perder a fé que eu levava em mim mesma.
Muito obrigada, mas eu já caí um milhão de vezes. Me recuso a aceitar essa situação novamente, pois o meu único propósito, daqui em diante, é me reerguer com todas as pedras que vocês me atiram.
E se não for o suficiente para vocês, continuem.
Mas tragam um exército.
À vocês, meus caros, muito obrigada e uma boa noite.

Por Maria Clara Melchioretto. 19:40

Uma hora a gente teve que se encontrar,
Como dois passageiros que se encontram toda a manhã no trem.
Virou rotina.
Eu vou pro meu caminho e você vai pro seu.
E a história acaba no final do dia.
Fim.


Feliz aniversario atrasado John.

Por Maria Clara Melchioretto. , segunda-feira, 10 de outubro de 2011 19:06





Marionete.

Por Maria Clara Melchioretto. 18:13

.
É involuntária a minha vontade de querer sempre mais, de querer sempre o extremo de todas as coisas.
Já estou cansada de saber que isso só me leva ao meu próprio fracasso,
magoando a todos e principalmente a mim mesma,
me matando aos poucos só pra ver até onde vai a minha vida.
Já te disse que eu não vou mudar.
Estou completamente decepcionada comigo mesma
e com as minhas atitudes impulsivas e imprevisíveis,
sempre deixando pra lá todos os deveres e sentimentos alheios,
Porque a única coisa que o meu cérebro consegue absorver agora é adrenalina e mágoa.
Já desisti de mim mesma e só estou carregando o meu corpo porque ainda me querem viva.
Penso.

Sem contar esse.

Por Maria Clara Melchioretto. , domingo, 9 de outubro de 2011 01:10

Ultimamente tenho mais escondido os meus textos,

Do que publicado.
Em 2011 escrevi 101 textos, e desses publiquei apenas 45.
Guardei mais da metade,
E ainda não sei porque.
Mas publicá-los ainda está fora de cogitação.
Câmbio desligo.

Senhor pulmão preto e Coração vermelho encarnado,

Por Maria Clara Melchioretto. , domingo, 14 de agosto de 2011 21:55


That's for sure, but I do know one thing;
Where you are,
Is where I belong.
Feliz dia dos Pais.

Por Maria Clara Melchioretto. , terça-feira, 9 de agosto de 2011 17:29

.
Eu vi quando você me viu.
Seus olhos pousaram nos meus,
num arrepio sutil.
Eu vi,
Pois é, eu reparei.
E foi só por um segundo, todo o tempo do mundo
e o mundo todo se perdeu.
Ficou só você e eu.

Musicalmente.

Por Maria Clara Melchioretto. , segunda-feira, 8 de agosto de 2011 18:50

.
Comece sorrindo.
Depois me mostre suas notas incrivelmente complexas,
E altas.
E então finja nunca ter me ouvido,
E diminua meu timbre,
Abaixe o volume,
Transforme o meu dia de sol em mi. Em Mi menor.
E vá embora.
Cansei de ouvir seu silêncio absoluto,
E nem vou mais sussurrar no seu ouvido absoluto,
That I can't take my mind off you.

Conversas de sábado com Leo.

Por Maria Clara Melchioretto. , sábado, 6 de agosto de 2011 14:38

É, mas é só por uma semana.

Eu sou assim. Já desisti de amar alguém pra sempre.
Eu já encontrei pessoas que valessem apena.
E eu só as amei na primeira semana.
Mas a sua explicação para o meu amor, ou para a minha falta de amor, hoje,
Me tirou um pouco a culpa.
São os truques deles que acabam na primeira semana.
O que, pra mim, faz o amor virar tédio.


Por Maria Clara Melchioretto. , terça-feira, 19 de julho de 2011 02:10

Tudo o que eu quero saber é onde você está agora. Faz dias que não me dá notícias. Não gosto do seu silêncio. Sei que está aqui porque vejo suas pegadas, mas continua o vazio porque não vejo teu rosto. E do que adianta? Sempre me sinto no direito de cobrar explicações. Quer dizer, ainda. No fundo sei que estou errada, mas não posso simplesmente cessar o desespero de ficar 96 horas sem uma palavra sua.

Por Maria Clara Melchioretto. , sexta-feira, 3 de junho de 2011 13:24

.
Meu amor,
me faça acreditar que tudo é possível
porque eu temo que não amanheça se você se for.

Por Maria Clara Melchioretto. , quinta-feira, 26 de maio de 2011 20:21

Eu costumo abandonar as coisas que amo.
Uma hora estou aqui, cobrando o seu oxigênio.
Outra hora fecho os olhos,
E já não sei aonde estou.
Só sei que te deixei, com seus planos e sua tv.
Não que eu me sinta bem com isso,
Eu só não sinto nada.


Por Maria Clara Melchioretto. , domingo, 22 de maio de 2011 20:20


Preciso pensar.

Remoto controle.

Por Maria Clara Melchioretto. , sexta-feira, 20 de maio de 2011 20:01

Quase como uma hipnose.
Eu poderia ficar um dia inteiro, dois, ou três dias seguidos
Me divertindo nesse quadrado virtual.
Procurando fatos ou suposições diversas sobre mim,
Sobre o meu amor. Minuciosamente. Obsessivamente. Interpretando-as de 15 mil formas diferentes, só pra ver se algum detalhe não escapou dos meus cílios.
Ou clicando, freneticamente, o botão esquerdo: 'salvar imagem como',
salvando imagens de doces. O dia inteiro.
Uma overdose de glicose virtual.
Feliz em encontrar vírgulas erradas em textos que julgo melhores que o meu.
Sentindo o meu nervo infernal aliviado.
Nada mais do que uma explosão passageira de algum sentimento maligno guardado.
Triste.
Porque eu estou a cinco mil passos por segundo fazendo as mesmas coisas todos os infinitos dias.
E fazendo coisas que eu não sei.
Lendo palavras que eu não conheço.
Olhando para números indecifráveis.
Enferrujando o meu cérebro com gotas de estresse e goles de coca-cola,
Como um robô de 1984.
Sem coração pra bater,
E sem tempo pra respirar.